Ciências Contábeis - Bacharelado
Sobre o curso
Aqui as Teorias te Levam à Prática
Bacharelado em Ciências Contábeis na Anhanguera: 4 anos para você prestar o Exame de Suficiência do CFC, atuar em escritórios, empresas, auditoria ou concursos públicos.
Quanto ganha um contador
A média salarial nacional do contador é de R$ 4.682,87. A profissão tem alta empregabilidade — 93,87% dos formados atuam na área, segundo o IPEA — e a Reforma Tributária (IBS e CBS) ampliou a demanda por especialistas em compliance tributário, com aumento salarial de até 20% para quem domina o novo modelo. Em cargos executivos (controller, diretor financeiro), a remuneração pode ultrapassar R$ 30.000.
Fonte: Portal Salário/CAGED-MTE, Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Robert Half — Guia Salarial 2026.
R$ 4.682,87
Média Salarial
Contador (Analista Contábil)
R$ 7.500,00
Média Salarial
Auditor / Perito Contábil
R$ 12.000,00
Média Salarial
Controller / Gerente Contábil
No curso de Ciências Contábeis você vai desenvolver habilidades fundamentais para se destacar no mercado, incluindo:
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Contabilidade societária e tributária;
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Análise de demonstrações financeiras;
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Auditoria e perícia contábil;
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Planejamento tributário (IBS e CBS da Reforma Tributária);
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Controladoria e contabilidade gerencial;
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Softwares contábeis (Domínio, Alterdata, SAP).
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Como se inscrever na Anhanguera
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Traga seu histórico para Anhanguera, aproveite as disciplinas já feitas e conclua seu bacharelado em Ciências Contábeis em EAD, semipresencial ou presencial, com preparação pro Exame de Suficiência do CFC.
Dúvidas sobre o curso? A gente responde.
O contador é o profissional responsável por registrar, analisar, controlar e prestar contas dos atos e fatos econômico-financeiros de empresas, órgãos públicos e organizações do terceiro setor. Suas atividades incluem escrituração contábil e fiscal, apuração de impostos, elaboração de demonstrações financeiras (balanço patrimonial, DRE, fluxo de caixa), auditoria, consultoria tributária, controladoria, planejamento financeiro, perícia contábil e assessoria à tomada de decisão. Após aprovação no Exame de Suficiência do CFC, obtém registro no CRC e pode assinar demonstrações contábeis com fé pública.
A média salarial nacional é de R$ 4.682,87 (CAGED/MTE). Faixas por nível: assistente (R$ 1.800–R$ 2.800), júnior (R$ 2.800–R$ 4.000), pleno (R$ 4.000–R$ 6.500), sênior (R$ 6.500–R$ 10.000). Especialistas em planejamento tributário, auditoria e perícia contábil ficam entre R$ 7.500 e R$ 15.000. Controllers e gerentes contábeis em médias e grandes empresas superam R$ 12.000, e concursos públicos federais para auditor podem chegar a R$ 28.000 iniciais.
O bacharelado em Ciências Contábeis tem duração de 4 anos (8 semestres), com carga horária total de 3.000 horas, incluindo disciplinas teóricas, práticas em softwares contábeis, cases reais de empresas, estágio supervisionado e Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). O curso segue as Diretrizes Curriculares Nacionais e prepara o aluno para o Exame de Suficiência do CFC, obrigatório para obter o registro no CRC.
Sim, para atuar como contador com registro ativo no CRC (Conselho Regional de Contabilidade). O exame é aplicado pelo Conselho Federal de Contabilidade duas vezes por ano e cobre conteúdos de contabilidade geral, custos, tributária, auditoria, matemática financeira e legislação profissional. A aprovação exige nota mínima de 5,0. Sem registro no CRC, o bacharel pode atuar em funções de apoio (analista, assistente), mas não pode assinar balanços, fazer auditoria independente ou emitir laudos periciais.
Ciências Contábeis abre portas para mais de 12 áreas de atuação: (1) Escritórios contábeis (BPO contábil, prestação de serviço); (2) Departamento contábil de empresas; (3) Auditoria independente (Big Four: Deloitte, PwC, KPMG, EY); (4) Controladoria e planejamento financeiro; (5) Perícia contábil (judicial e extrajudicial); (6) Consultoria tributária e compliance; (7) Contabilidade pública; (8) Contabilidade rural e agronegócio; (9) Contabilidade internacional (IFRS); (10) Docência e pesquisa; (11) Contabilidade forense (investigação de fraudes); (12) Concursos públicos federais, estaduais e municipais.
A Reforma Tributária (Emenda Constitucional 132/2023) unifica cinco tributos em dois novos — IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) — em uma transição que vai até 2033. Isso cria alta demanda por contadores especializados em planejamento tributário: profissionais que dominam o novo modelo têm salários até 20% superiores à média, segundo a FECAP. É a maior mudança tributária em 60 anos e representa uma janela de oportunidade única para quem entra na profissão agora.
O mercado é um dos mais estáveis do Brasil. Segundo o IPEA, 93,87% dos formados atuam na área, uma das maiores taxas de empregabilidade entre todas as graduações. O CFC contabiliza mais de 500 mil contadores ativos, e o CAGED aponta crescimento de 5,2% ao ano nas contratações. Áreas com maior demanda: compliance tributário (Reforma Tributária), ESG e sustentabilidade (obrigatoriedade de reportes de sustentabilidade), contabilidade forense, BPO contábil e contabilidade consultiva.
Sim. Após formar-se, ser aprovado no Exame de Suficiência do CFC e obter registro no CRC, o contador pode abrir escritório contábil, prestar serviços autônomos ou atuar como sócio em BPO contábil. O empreendedorismo é uma das maiores tendências da área: contadores autônomos e donos de escritório podem faturar entre R$ 8.000 e R$ 30.000 mensais, dependendo da carteira de clientes. Ferramentas de automação e IA reduziram o tempo em tarefas operacionais, permitindo atender mais clientes com equipes menores.
Sim. O Decreto 9.057/2017 garante validade legal idêntica entre diplomas EAD, semipresencial e presencial. Não há diferença no diploma físico (não indica a modalidade), e o Exame de Suficiência do CFC aceita normalmente candidatos formados em qualquer uma das três. Concursos públicos, pós-graduações e processos seletivos privados também aceitam sem distinção. O EAD é a modalidade escolhida pela maioria dos alunos de Ciências Contábeis por permitir conciliar estudos com trabalho — muitos já atuam em escritórios contábeis durante a graduação.
Sim, por cinco razões: (1) empregabilidade recorde — 93,87% dos formados trabalham na área (IPEA); (2) estabilidade — profissão essencial para toda empresa, independente da economia; (3) janela da Reforma Tributária — demanda alta por especialistas nos próximos 5 a 7 anos; (4) escalabilidade — de contador CLT a controller, sócio de escritório ou auditor concursado com salários acima de R$ 15.000; (5) empreendedorismo — baixa barreira para abrir escritório próprio.