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6.2.2013

Mudanças na conta de luz e o "risco hidrológico"

Nas últimas décadas assistimos a um gradativo impacto ambiental, decorrente, obviamente, de um modelo de vida extremamente consumista, que cresce exponencialmente ao longo das décadas. Contudo, só recentemente a sociedade internacional começou a se preocupar com essas questões, o que também não significa dizer que as nações e a sociedade civil como um todo tenham grande clareza no que diz respeito à resolução de problemas dessa natureza. Porém, quando a questão afeta diretamente o nosso cotidiano e, sobretudo, o nosso bolso, a coisa ganha novos contornos. Tendo em vista as mudanças aprovadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que entraram em vigor neste mês, levando-se em conta a alteração da estrutura tarifária da instituição, o consumidor tem uma alternativa nas tarifas, pagando mais barato se utilizar a energia fora dos chamados "horários de pico". Contudo, a contrapartida negativa da presente medida é que o uso da energia nos "horários de pico", entre as 17h e as 22h, encarecerá o valor da conta de luz, chegando a triplicar o valor ou até mesmo custar cinco vezes mais. Por isso, é bom o consumidor ficar de olho para não ser pego de surpresa. É de conhecimento comum que a produção de eletricidade atinge diretamente o meio ambiente, causando grandes impactos à natureza. E como no Brasil a eletricidade é predominantemente hidráulica, com um uso relativo das térmicas, cria-se uma relação estreita entre os reservatórios de água de nossas usinas e a conta de luz do consumidor, tendo em vista o aumento gradativo da demanda. É a velha lei da oferta e procura. Porém, como o diabo mora nos detalhes, essa questão da demanda alta e da oferta pouca, implica, num primeiro momento, em uma redução das tarifas a curto prazo e, devido ao "risco hidrológico", visto que as usinas hidrelétricas não são suficientes para suprir a demanda, as empresas fornecedoras de energia, que negociam o valor excedente de energia, que é comprada no mercado livre (por exemplo as energias compradas nas térmicas), acabam repassando os custos para o consumidor. Para se ter maior clareza, o que ocorre é o seguinte, o governo comprometeu-se a reduzir em 20% o valor da energia, porém, se for necessário comprar energia excedente, o consumidor paga a mais por ela. Daí vai uma dica para o consumidor: a expectativa a curto prazo de barateamento do valor da conta de luz, não deve seduzi-lo a gastar mais energia, mas sim economizar, já prevendo o aumento da mesma a curto prazo. A presente mudança promovida pela Aneel teve início há uma década atrás, quando a agência já havia assinalado em seus relatórios possíveis riscos de desabastecimento de energia nas primeiras décadas de 2010, o que ocasionou na nova concessão.

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