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10.11.2014

À mercê do tempo

PAPO DE MESTRE
Luzia Felix da Silva
, coordenadora e professora do curso de Ciências Contábeis do Centro Universitário Anhanguera de Campo Grande

Mais uma vez estamos à mercê do tempo. Tempo este que tem se modificado em virtude das nossas atitudes. Estamos atravessando ondas de calor que até então eram referência em apenas algumas regiões do País. Infelizmente, com o calor vem a evaporação acentuada da umidade do ar e do solo, fazendo com que os níveis de água baixem rapidamente dos reservatórios causando racionamento em algumas regiões.
No entanto, com a poeira que se alastra pela baixa umidade é comum observarmos pessoas que insistem em lavar calçadas com água da torneira. Ou ainda, deixar a mangueira ligada enquanto encostam o lixo com a vassoura. O mesmo se repete ao lavar o carro.
Por mais que a mídia faça apelos, muitos ainda insistem em terceirizar responsabilidades que na verdade devem ser assumidas por cada um dos habitantes desse condomínio denominado Terra.
É sabido que boa parte das pessoas tem recorrido ao uso do ar condicionado como forma de minimizar o calor. Entretanto, é interessante perceber que esta atitude desencadeia outros tipos de consumos, razão pela qual me induziu a escrever sobre o assunto.
Para aquisição do aparelho de ar condicionador é necessário desembolsar uma alta quantia, além de outros gastos relativos à instalação. Porém, além desses gastos iniciais há outros que se farão corriqueiros a partir de então, como o aumento da conta de energia e de recursos naturais. Quando colocamos uma máquina em funcionamento, desencadeamos o que se chama de efeito cascata. Ou seja, um gasto que leva a gerar outros gastos em função de um benefício.
O que se deve observar então? É que se colocamos um ar condicionador funcionando para deixar um ambiente agradável, consequentemente haverá um consumo maior de energia e de água para gerá-la. Isto faz com que a água fique ainda mais escassa do que a própria estação do ano já prevê. Consequentemente, o preço da água fica sujeito a ter possíveis reajustes. Fatos que surgem cada vez que há a redução da oferta de qualquer produto no mercado consumidor.
É pertinente observar que se torna necessário criarmos hábitos de reutilização da água para reduzir consumos. É imprescindível lavarmos casas, dar descargas em banheiros, lavar casinhas de animais, calçadas e até mesmo molhar plantas com a água utilizada para lavar roupas.
Reserve a água em baldes e bacias para ser utilizada durante o dia. A água com sabão não tem perigo para proliferar dengue, porém a água limpa é conveniente que fique tampada, pois assim reduzimos qualquer risco.
Precisamos urgentemente nos engajar nesse propósito de reduzir consumos financeiros e de recursos naturais. E isto só será possível a partir do instante que cada um assumir que deve começar a sua parte agora! A economia doméstica requer mudanças de hábitos e adaptações. Lembrando que o segredo de qualquer sucesso financeiro começa em casa! Faça a sua parte!